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Após rali de fim de ano, IBovespa amarga baixa na primeira semana do ano.

16/01/2024
No final de 2023, impulsionada por uma soma de fatores externos, como a queda do preço dos Treasuries dos EUA, e internos, como a aprovação da Reforma Tributária, o Ibovespa atingiu seu maior patamar histórico de fechamento de pregão, com 134.193 pontos. A partir disso, os Agentes de Mercado projetavam que o início de 2024 iria apresentar vigor semelhante, mas os primeiros pregões do novo ano mostraram uma história diferente.
Já no dia dois de janeiro, o índice de referência na bolsa brasileira caiu 1,11%, ficando em 132.697 pontos. Já no dia seguinte, o Ibovespa teve leve alta, de 0,10%, fechando em 132.834 pontos. Após isso, a bolsa brasileira viveu dias turbulentos, amargando resultados negativos em 2 dos últimos 4 pregões. Como resultado, o Ibovespa vem acumulando perdas de 2,49% desde o início do ano, um número alto, levando em consideração os poucos dias percorridos até aqui.
Análise:
Esse resultado é fruto de vários fatores, como a liquidação de contratos, realização de lucros de papéis que se valorizaram sensivelmente no final de 2023, tudo isso aliado ao maior pessimismo com o FED, que aparenta não estar no momento para iniciar o corte da Taxa de Juros nos EUA em março, como muitos Agentes de Mercado estimavam. Aqui os fatores internos foram mitigados pelo recesso legislativo, enquanto o debate fiscal começa a ganhar preponderância nas mesas dos Agentes de Mercado.
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Por Pedro Guedes
Com informações de Valor Econômico e UOL
Imagem: GBX
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